Nâo importa o tamanho da saudade,
O vazio do peito,
Os olhos rasos dágua,
O soluço contido...
Nâo importa os passos incertos,
No caminhar sem destino.
Nâo importa as noites mal dormidas,
O olhar distante,
O silêncio da vida.
Não importa se a noite está fria,
Se chove lá fora,
Se a tempestade desaba bruscamente.
O que importa é nosso reencontro.
Doce reencontro!
Depositarei sobre você;
O prefume das flôres que desabrocham no chão.
Sob seus pés, o frescor do orvalho das manhãs...
Em suas mãos, depositarei com ternura os meus beijos!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
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